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09/09/2012

É...


É... Vocês não têm jeito mesmo.

Eu havia prometido que não iria voltar a escrever pro Gatos na Cama. Afinal, foram quase 3 anos de blog, divididos em 135 postagens, 261 comentários, em mais de 8 mil visualizações.

Então achei... Já deu o que tinha que dar, vamos mudar de assunto, chega de falar de amor, de casos, de namoros, de problemas de relacionamento, de solteirice! Eu mesma estava farta de debater o tema! E não tinha mais sobre o que escrever. Que tal falar de política, de cultura, de viagens, de economia, da crise!...

E eu tentei...

Mas, senta numa mesa de bar. Ou então, faz uma reuniãozinha com as amigas. Ou até, combina um almoço de domingo em família. E que tal uma tarde de futebol dos meninos.

Sobre o que vocês estão falando? Sim... Pode até começar com o papo do problema da sua cidade, mas sabe como a conversa vai terminar?!

Em amor. Em problema de amor. Quem não tem um? Ou já teve?

Então, a culpa é totalmente de vocês... Eu nem queria voltar a escrever.

Mas como comecei esse texto... Vocês não têm jeito.

#ouvindo Queen - I want to break free (rsrsrs) 

27/01/2012

O último

Olá, faz tempo não é?!

O Gatos na Cama está aberto novamente devido aos pedidos dos amigos e conhecidos que queriam reler algumas histórias! Fico feliz que sentiram falta do blog, mas não haverá mais posts novos por aqui.

Isso aí. O Gatinho está dando tchau... Dizer isso com Adele tocando ao fundo está soando super dramático nesse momento, mas calma...

A partir de agora, estarei em novo endereço com nova proposta, novas idéias, novos papos!

Me mudei para o RECORTES! No www.recorteseso.blogspot.com

Como toda mudança, as coisas lá estão só começando, mas espero que façam uma vista e curtam!

Obrigada pelo carinho aqui!

Bjo!

A dona dos Gatos.

17/08/2010

Um post nada a ver

O cursor fica pulando na tela. Quase no mesmo ritmo que meu coração bate.

Fico olhando pra ele. Pensando sobre o que escrever.

Tem horas que dá vontade de escrever tudo, de falar tudo, liberar geral! Mas logo me lembro que tem coisas que não se deve publicar.

A autocensura funciona comigo. Tenho que me podar para não agredir os outros, não ferir os sentimentos dos outros. Penso nos outros, logo existo.

E também tem a questão do gostar. Quando termino um texto e gosto dele, torço para que os outros gostem também.

Ai, e como é difícil. Há pessoas para criticar tudo que se faz. Se você age de um jeito é criticado, se você age de outro também é.

Impossível agradar a todos.

Ainda mais numa época em que o jornalismo é todo louco. Todo mundo escreve, todo mundo critica. E quem critica não faz idéia da diferença entre uma reportagem, uma crônica, um artigo. E sai criticando o que não tem absolutamente nada a ver com nada.

Esse blog não é jornalístico, mas tem coisas que quando entalam na garganta...

Enfim... Andei rondando outros blogs. Uns bobos, outros mais intensos e interessantes. Mas as pessoas não estão nem aí, elas querem se expressar e criticar. Dar opinião hoje é uma questão de honra, de participação, de “eu estou vivo”.

Tudo bem, não vejo problema nisso. É legal interagir. Aliás, isso não tem nada a ver com os comentários que recebo aqui. Gosto até quando recebo uma crítica negativa, pois geralmente duvido quando tudo está perfeitinho demais.

Mas ao mesmo tempo, me espanto quando minha opinião diverge do restante da massa. E divergir da massa é um problema sério, pois você se torna parte da minoria, e por minoria eu já disse tudo, não?

Mas o que estou falando? Como fui parar nesse assunto? Sobre o que eu falava antes mesmo?

Ah... O cursor. Ele ainda pisca.

11/07/2010

Info

Já ia eu começar mais um texto dizendo que “quando chega uma certa idade...”, mas percebi que tenho sido repetitiva neste ponto, além de parecer que eu já tenho uns 50 anos! (No way!)

Deixe-me explicar novamente; minhas referências de vida como solteira são da época da adolescência, aquela época em que quando um garoto se aproximava, eu morria de vergonha e ao mesmo tempo me perguntava quem ele era, onde estudava e onde morava. Saber a idade não era preciso, éramos todos da mesma, ou com um ou dois anos de diferença.

Hoje não. Não passo mais pelo mesmo embaraço, sempre me questiono em relação a idade (nunca sei dizer se ele já passou dos 30 ou não) e ao invés de nomes de colégio eu quero saber sua profissão! E são muitos médicos, advogados, engenheiros, administradores... É interessante.

...

E você, o que você faz?

Eu? Paro um pouco, nunca sei o que digo, se sou professora, se sou jornalista, se sou escritora... Aff, muito tempo em silêncio, vamos lá! Eu sou professora, mas também sou jornalista e escritora, uma pessoa um pouco indefinida, mas um dia eu me resolvo.

Ele levanta as sobrancelhas, com ares de “ok” não precisava dar a ficha completa.

Eu, sem saber como continuar, dando a situação como perdida, dou uma bicada na água como se ela fosse super saborosa tentando ganhar tempo.

Há um silêncio... Até que...

Dá aula de quê?

(uffaaaa... )

10/11/2009

Pausa

Olá leitores e leitoras do Gatos na Cama. Como vocês já devem ter percebido, a frequência de postagens por aqui caiu um pouco. Então, vim rapidinho explicar o que está acontecendo! Não se assustem, não é nada de mais. Tá rolando uma "pausa" na minha vida noturna, frenética de solteira. Não!... Não estou namorando! rs E mesmo que tivesse não abandonaria o blog! O motivo da ausência (aqui e na pista) é o trabalho! Esse sim, aumentou bastante no último mês. Além disso, o Gatos na Cama vai passar por uma reformulação (Viva!). Então, estou guardando os novos textos para postar depois. Espero que continuem por aqui pois vai valer a pena! Prometo não demorar! Até mais, Carol Andrade (a dona dos gatos) ...

25/10/2009

Um Gato

Ah! Agora sim. Agora eu compreendo tudo. Você sabia desde o primeiro momento, não sabia?! Como eu não pude enxergar? Você fazia toda aquela cena! Sentava entre a gente, sempre interrompendo. Eu achava que você queria atenção ou que estava com frio, mas não! Você queria mesmo que eu me afastasse dele, sabia que não ia dar certo. Agora entendo todas aquelas caretas estranhas que você fazia quando ele chegava. Eu achava que eram por causa das brincadeiras bobas, mas a verdade é que você nunca realmente gostou dele. Ou melhor, você até gostava dele, mas sabia que ele não era pra mim. Tomava banho toda vez que ele te encostava. Só podia ser repulsa! Mas é claro! “O que ela está fazendo com ele?”, você provavelmente indagava. Quando ele foi embora, apesar da situação, você sabia que eu ficaria triste e veio me confortar. E eu, uma boba, olhei pra você com todo um pesar e disse “sinto muito meu lindo, ele não vai mais voltar e a culpa é minha”. E você estava lá, firme, forte, tranqüilo, segurando a barra, mas no fundo estava mesmo é respirando de alívio, no maior estilo “até que enfim!”. Então você virou o rei da casa. Dormiu comigo por semanas. Me fez companhia até onde seus limites te impediam. Me ofereceu carinho, calor, diversão, carinhas de compaixão e algumas mordidas esporádicas para que eu me lembrasse que ambos estávamos vivos. Você se divertiu muito nessa época, não é?! Como você é esperto. O que você não esperava era que eu fosse sumir por um mês inteiro. E eu paguei caro. Quando retornei, você me recebeu com pouco-caso. “Eu fiz tudo aquilo por você e você me larga aqui?”, devia passar pela sua cabeça. Orgulhoso. Não quis me dar atenção. Fingiu que eu não existia e que não tínhamos uma história juntos. Passamos um longo tempo assim. Com poucas palavras, ou quase nada. Até que uma tarde você me viu com um semblante diferente. E você conhecia todas as minhas feições, sabia que alguma coisa tinha acontecido. Sem perguntar, você pulou em meu colo, olhou em meus olhos e tenho certeza que se você fosse gente teria me abraçado. Na verdade você me abraçou, do seu jeito. Ficamos ali juntos e contei não só o que tinha acabado de acontecer, mas também tudo que havia acontecido nesse tempo de desencontro. E você me ouviu. Sem pressa, apenas me ouviu... Como é bom ter alguém que nos ouça. É fato que depois disso nos entendemos e você voltou a ser o rei. Mas é assim que os gatos vivem comigo, como reis mesmo... “Os gatos não querido, só você, só tem você viu... Não me arranha Thunder, assim você me machuca... pára gato, não vou te dar leite hoje hein... Thunderrrrr...!! ...

09/08/2009

O Ministério da Literatura adverte:

1 - Nem todas as estórias contidas neste blog são verdadeiras; 2 - Nem todas as estórias partem diretamente da vida da autora; 3 - Nomes são sempre trocados e as fontes preservadas; 3 - Se o conteúdo lhe parecer familiar, é a vida! Mera coincidência (rs); 4 - Nem sempre o que é bom pra um, é bom para o outro, então, se seguir os conselhos que esse blog possa vir a dar, é problema seu!

27/07/2009

Gatos na cama

Desde que criei o blog venho recebendo comentários curiosos e suspeitos sobre o título que escolhi. Por isso, uma explicação rápida: Adoro gatos! Tenho três deles. Três machos. Grandes e parrudos. Mas apenas um deles dorme na minha cama, comigo. Continua curioso e suspeito né?! rs desisto. ...
Respeite a propriedade intelectual. Ao reproduzir os textos não se esqueça dos créditos! Obrigado!