Índice
- Gata arisca
- Gato curioso
- Na fossa
- Na pista
- Para ler na Cama
- Rapidinhas
- Reflexão
- Sobre o Gatos
09/09/2012
É...
27/01/2012
O último

Olá, faz tempo não é?!
O Gatos na Cama está aberto novamente devido aos pedidos dos amigos e conhecidos que queriam reler algumas histórias! Fico feliz que sentiram falta do blog, mas não haverá mais posts novos por aqui.
Isso aí. O Gatinho está dando tchau... Dizer isso com Adele tocando ao fundo está soando super dramático nesse momento, mas calma...
A partir de agora, estarei em novo endereço com nova proposta, novas idéias, novos papos!
Me mudei para o RECORTES! No www.recorteseso.blogspot.com
Como toda mudança, as coisas lá estão só começando, mas espero que façam uma vista e curtam!
Obrigada pelo carinho aqui!
Bjo!
A dona dos Gatos.
17/08/2010
Um post nada a ver
O cursor fica pulando na tela. Quase no mesmo ritmo que meu coração bate.
Fico olhando pra ele. Pensando sobre o que escrever.
Tem horas que dá vontade de escrever tudo, de falar tudo, liberar geral! Mas logo me lembro que tem coisas que não se deve publicar.
A autocensura funciona comigo. Tenho que me podar para não agredir os outros, não ferir os sentimentos dos outros. Penso nos outros, logo existo.
E também tem a questão do gostar. Quando termino um texto e gosto dele, torço para que os outros gostem também.
Ai, e como é difícil. Há pessoas para criticar tudo que se faz. Se você age de um jeito é criticado, se você age de outro também é.
Impossível agradar a todos.
Ainda mais numa época em que o jornalismo é todo louco. Todo mundo escreve, todo mundo critica. E quem critica não faz idéia da diferença entre uma reportagem, uma crônica, um artigo. E sai criticando o que não tem absolutamente nada a ver com nada.
Esse blog não é jornalístico, mas tem coisas que quando entalam na garganta...
Enfim... Andei rondando outros blogs. Uns bobos, outros mais intensos e interessantes. Mas as pessoas não estão nem aí, elas querem se expressar e criticar. Dar opinião hoje é uma questão de honra, de participação, de “eu estou vivo”.
Tudo bem, não vejo problema nisso. É legal interagir. Aliás, isso não tem nada a ver com os comentários que recebo aqui. Gosto até quando recebo uma crítica negativa, pois geralmente duvido quando tudo está perfeitinho demais.
Mas ao mesmo tempo, me espanto quando minha opinião diverge do restante da massa. E divergir da massa é um problema sério, pois você se torna parte da minoria, e por minoria eu já disse tudo, não?
Mas o que estou falando? Como fui parar nesse assunto? Sobre o que eu falava antes mesmo?
Ah... O cursor. Ele ainda pisca.
11/07/2010
Info
Já ia eu começar mais um texto dizendo que “quando chega uma certa idade...”, mas percebi que tenho sido repetitiva neste ponto, além de parecer que eu já tenho uns 50 anos! (No way!)
Deixe-me explicar novamente; minhas referências de vida como solteira são da época da adolescência, aquela época em que quando um garoto se aproximava, eu morria de vergonha e ao mesmo tempo me perguntava quem ele era, onde estudava e onde morava. Saber a idade não era preciso, éramos todos da mesma, ou com um ou dois anos de diferença.
Hoje não. Não passo mais pelo mesmo embaraço, sempre me questiono em relação a idade (nunca sei dizer se ele já passou dos 30 ou não) e ao invés de nomes de colégio eu quero saber sua profissão! E são muitos médicos, advogados, engenheiros, administradores... É interessante.
...
— E você, o que você faz?
— Eu? — Paro um pouco, nunca sei o que digo, se sou professora, se sou jornalista, se sou escritora... Aff, muito tempo em silêncio, vamos lá! — Eu sou professora, mas também sou jornalista e escritora, uma pessoa um pouco indefinida, mas um dia eu me resolvo.
Ele levanta as sobrancelhas, com ares de “ok” não precisava dar a ficha completa.
Eu, sem saber como continuar, dando a situação como perdida, dou uma bicada na água como se ela fosse super saborosa tentando ganhar tempo.
Há um silêncio... Até que...
— Dá aula de quê?
(uffaaaa... )