Índice
06/11/2012
04/11/2012
Uma descrição
29/10/2012
O que eu não quero
06/10/2012
Síndrome do Gato Escaldado
16/09/2012
Texting
Quantas vezes já teve vontade de enviar uma mensagem de texto pra ele sabendo que não deveria enviar, que precisa ter paciência e se controlar?!Dica: envie uma mensagem para outra pessoa! Que tal seu irmão, ou uma amiga?
Alivia a vontade de escrever e satisfaz a vontade de receber atenção!
Acredite... Funciona!
11/09/2012
Magic shoes
― Bonitão
esse hein?! - Bárbara aponta discretamente para o moreno da mesa do lado com
mais dois caras.#ouvindo Moves like Jagger - Maroon 5
25/05/2011
Diferenças
Não é regra. Mas geralmente é assim...
No fim de semana...
... a solteira sabe a programação das festas e shows e ela decide o que quer fazer.
... a namorada até sabe os filmes que estão em cartaz, mas tem outros eventos sociais pra comparecer (casamento, aniversário de criança, batizado...), querendo ela ou não!
Se cruza com uma mulher com decotes e roupas curtas na balada...
... a solteira cochicha um “lá vai uma piriguete”, detesta ter competição desse tipo, mas no final, quer saber onde ela fez o cabelo ou comprou o sapato.
... a namorada acha a vestimenta um ultraje, principalmente se o verão já tiver acabado. Arrasta pra longe ou quase tampa os olhos do namorado e acha que “piriguete” é um adjetivo leve demais!
A amiga que pega geral, na visão das...
... solteiras: É uma heroína! Arrasa nas pistas! Um dia vou ser como ela!
... das namoradas: Ela deve ter algum problema, como ela consegue? Eu que não deixo meu homem perto dela!
As ex-namoradas, para as...
... solteiras: Opa! Eu sou uma! Junta aí todo mundo que estamos no mesmo barco! Segurem seus homens, vamos tocar terror!
... namoradas: Ex quem? Onde? Tá aqui? Nem quero saber quem é!... Claro que quero saber quem é! Aquela mulher horrorosa? Onde você estava com a cabeça?
Os ex-namorados, para as...
... solteiras: aquele desgraçado acabou com a minha vida. Preciso de um chocolate, de uma taça de vinho, de um shopping!
... namoradas: aquele desgraçado acabou com a minha vida. Ainda bem que tenho você agora!
As amigas que namoram na visão das...
... solteiras: Você não tem tempo mais pros amigos! Já esqueceu da gente! Nem me liga mais, nem pra um café!
... outras amigas que namoram: Entendo perfeitamente, bem que a gente tenta, mas não dá tempo pra mais nada, desculpa gente!
28/03/2011
Sincronia
Mencionei que só havia casais? Pois é... Só havia casais.
Num outro momento da vida, essa cena teria sido comparada aqui no blog, ao clímax de um filme cômico/trágico. Aquele em que a solteira, no auge do seu desespero, decide finalmente tomar uma atitude, seja ela uma burrada qualquer, ou o encontro de um final feliz.
Mas como disse, o momento é outro. E a sincronia daquela dança me fez pensar num outro tipo de sincronismo: a de duas pessoas diferentes, tentando acertar seus próprios passos.
Imaginei cada um daqueles casais. Como será que se conheceram? Ou será que se reencontraram? Há quanto tempo estariam juntos? Será que realmente se dão bem?...
Na fase adulta é muito mais difícil se relacionar com alguém. Dividir seu espaço, fazer concessões, encarar e respeitar as opiniões já formadas de cada um. É muita coisa em jogo!
Tem gente que desiste antes mesmo de começar. Itens como responsabilidade, distância, família, finanças, trabalho, filhos, objetivos, respeito... Tudo é levado em consideração na hora de escolher o que achamos ser o nosso “melhor par”. Independente dos beijos, do romance, do papo, da beleza e quiçá do sexo.
Parece um pouco burocrático eu sei, mas passado o encantamento inicial (o que nos leva até o outro) fazemos isso naturalmente. Colocar o coração para funcionar em conjunto com a razão. Uma forma de se resguardar talvez. Ou uma maneira de planejar o futuro, e responder a tão usada pergunta “onde isso vai dar?”. (E muitos querem essa resposta logo no início, tenhamos paciência gente!)
De uma coisa eu acho que sei. Não existe sincronia perfeita em relacionamentos. Existe na dança, mas em relacionamentos eu não acredito. No entanto, se a gente não tenta, não experimenta, se não damos a chance de conhecer a outra pessoa; como saber como a história terminaria?
Quando você dança com alguém pela primeira vez e ele(a) pisa no seu pé, você pára de dançar ou pratica mais um pouco até acertar o passo?
(continua nos próximos posts!)
24/11/2010
Salsa & Merengue
Sim, volto a falar da diferença entre pessoas solteiras que moram na capital e no interior, onde há pouco entretenimento e muita gente com a vida acertada, digo, casada, noivada, com uma filharada, enfim... Por mais que sejamos felizes por eles, chega uma hora que você se sente com um rótulo de fracassado estampado na testa! (Juro!)
Enfim... Precisava respirar um novo ar. E graças à mamata dos feriados brasileiros, foi o que eu fiz.
Não levei muito tempo para me revigorar. Foram tantas as atividades que a impressão foi de que passei uma semana em São Paulo, ao invés de três dias. Acompanhada de uma super amiga, e recepcionada por mais três, o fim de semana não tinha como dar errado. Aliás, preciso dizer que um amigo quase francês estava muito correto ao dizer com que tipo de pessoas eu devia me relacionar. (Ponto pra você Messieur!) Boas companhias fazem toda a diferença, e eu estava com as melhores!
Longe de nos tornarmos caçadoras oficiais de baladas (o que seria bem interessante), iniciamos uma busca no cenário paulistano e depois de muitas indicações e infinitas possibilidades (hello interior!!) decidimos nos aventurar pela Vila Madalena na noite de sexta-feira e pela Vila Olímpia no sábado.
Assim que começamos a nos aproximar das subidas e descidas da Vila Madalena respirei aliviada: “Existe vida noturna após os 25,30, 40, 50,...” (hello interiorrr) E daí em diante foi tudo festa!
Ah!... Por quê o título do post é Salsa & Merengue? Descubra abaixo! Onde fomos:
Boteco São Bento (Rua Mourato Coelho, 1060, Vila Madalena / www.botecosaobento.com.br )
As opções de bares e botecos, dos mais arrumadinhos aos pés de chinelo são muitas, melhor descer do taxi (por causa do trânsito lento) e passear por eles a pé, enquanto escolhe, já rola uma paquera! E tem que ter paciência, pois pra todos eles há fila de espera!
Gostamos do São Bento por ser grande e agradável!
Comida e drinks: As bebidas são bem servidas, ao contrário das porções de petiscos que apesar de muito gostosas, são caras e pequenas! Mas se for rachar a conta, não tem problema! Opções de drinks: Hi-fi, Água de beijar e Sex on the beach, provados e aprovados!
Interessante: Depois de 1 da manhã, os bares colocam as pessoas que estão sentadas do lado de fora para dentro do bar. A lei do Psiu proíbe mesas do lado de fora depois desse horário por causa do barulho. A idéia é manter um bom relacionamento dos moradores com os estabelecimentos! (Mandou bem São Paulo!)
Curiosidade: Um garçom que sempre roubava nossos copos e cestinhas sem a gente ver! A batata-frita não tinha acabado moço!!
Rey Castro Cuban Bar (Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 181, Vila Olímpia / www.reycastro.com.br )
O que um sobrado antigo na Vila Olímpia pode te oferecer? Uma boa e selecionada balada ao ritmo de salsa e merengue a noite toda! Uma banda ao vivo divertidíssima e um DJ que mistura os ritmos latinos com músicas pop, dance e hip-hop atuais! Bailarinos (que não sei se são contratados ou não) rodopiando pelo salão arrasando nos passos! Nem precisa dizer que adorei certo?!
Escolhemos essa balada por ser diferente de tudo o que já fomos! Além das ótimas indicações!
Preço no sábado para mulheres: R$30 pista e R$40 camarote (existe a possibilidade de colocar nome na lista e fazer festas de aniversário com desconto!)
Comida: Não jantamos no lugar, mas uma das amigas disse que a comida é muito boa!
Drinks: Há uma lista imensa de bebidas latinas como Mojito, Tequila e Margarita, mas escolhemos e aprovamos muitíssimo: Piña Colada, o Toreador, Cosmopolitan, os tipo Frozen. (Obs.: Isso não era tudo meu viu!)... Só agora achei no cardápio que havia Amarula Frozen... Perdi, vou ter que voltar pra experimentar! Afim de chacoalhar os quadris? Faz um bem danado!
*O preço dos drinks vai de 14 a 20 reais em ambos os lugares.
*Fotos retiradas da internet
#ouvindo Valió La pena! / A salsa não sai da cabeça! rs
09/09/2010
O tema é Paquera
Quando o assunto é paquera, a primeira coisa que a maior parte das novas solteiras pensa é: “eu não sei mais fazer isso”. A falta de prática e do costume de ser alvo dos olhares e cantadas masculinas nos inibe mesmo, e leva um tempo (para algumas), para a mulher começar a se soltar e se sentir confortável.
Bom... Eu não sou mais tão novata nesta escola, e mesmo assim não vou indo bem nessa matéria. Para dizer a verdade, do jeito que as coisas estão, eu estou levando é bomba!
Fico impressionada, quando vejo uma amiga dominar essa arte com tanta propriedade. Será que é isso? Será que paquerar é uma arte, uma técnica, um dom?... Isso explicaria por que alguns desenrolam melhor do que outros, pelo menos.
(Sei que ela parte da facilidade de comunicação verbal ou não verbal entre as pessoas, mas a teoria é fácil.)
Na hora do “vamos ver” a coisa não sai. Não consigo demonstrar o interesse que tenho na outra pessoa. Em termos telefônicos, é como se eu enviasse a mensagem, mas ela não chegasse. (Claro que pode ser culpa do outro aparelho, mas é mais complicado do que isso).
...
Por quê?
Para mim paquera é pra ser uma coisa divertida, natural, sem premeditações. Um jogo de curiosidades, de olhares e de reciprocidade (Senão qual a graça?). Enquanto o que tenho observado por aí é uma necessidade, uma obsessão de ver e ser vista. Uma pressão quase robótica de ficar e ficar, e ficar, e ficar...
— Mas sair de casa sabendo que vai terminar no zero a zero?! Não te entendo! — Ela levanta a questão.
— Ora! Francamente! — eu respiro — Eu quero sair para me divertir... — respiro mais um pouco — Encontrar gente, bater papo, dançar com os amigos ou sozinha, by myself, alone, sola capiche?! — Eu grito!
— A paquera deve ser conseqüência, coincidência, destino que seja! — desabafo.
...
Mas a pressão é verdadeira, e no final das contas é isso que acontece: perco os olhares, só reparo nas coisas depois que as outras já repararam por mim, não sei o momento certo de sorrir, de encarar, de falar... (Bate vergonha, medo, ansiedade... afinal, essa não sou eu) Quando falo, esbanjo simpatia, sorrisos e interesse (não me subestimem também), mas até chegar à fala, tenho que passar por todos os outros passos e se nada acontece, o que sobra é só a minha frustração.
E tem mais! Não sou competitiva. Se o cara for do tipo que está rodeado de mulheres, por mais que eu me interesse por ele, eu me retiro. Prefiro pensar que se ele quiser, ele virá, independente de quantas opções tiver. (Dividir? Espera aí, modernidades têm limites...)
—Você tem certeza que o problema é esse? Eu acho que você não está interessada em ninguém de verdade, isso sim! — minha consciência me interrompe.
— Shiiu...! Fique quieta, não me faça perguntas difíceis! — eu corto. Melhor cortar.
...
Post um tanto revelador hum. Isso porque vocês não fazem idéia de tudo o que eu escrevi e apaguei em algumas tantas horas. Fica pra mim, somente. Um dia, se der, eu conto.
Para quem achou esse post um monte de baboseiras em forma de palavras, passei do ponto de me importar; passar bem!
#ouvindo Trilha do filme “Shall we dance?” (ouça você também, enquanto lê)
08/08/2010
Da série: Ainda tenho muito que aprender II
Ela tinha acabado de se tornar a mais nova solteira do pedaço. Com seus 30 e mais alguns anos, ela ainda coloca muitas menininhas no chinelo, como diz a expressão popular.
Ainda se recuperando do término do casamento, ela comentava que iria sobreviver:
— Estou jovem!
— Sim! — todos concordavam.
— Não sou de se jogar fora! — ela se exibia.
— Claro que não, você é linda! — todos acrescentavam.
— Tenho minha vida profissional resolvida.
— É verdade! — as cabeças balançavam para cima e para baixo concordando.
— Tenho meu carro....
— Sim...
— Meus estudos....
— Sim....
— Um apartamento só pra mim...
— Sim...
— Peraí! — um dos mais novos dos rapazes saltou em frente a ela. — Solteira, bonita, com a carreira resolvida, com carro e apartamento novo?!
— Sim! — era a vez dela de concordar!
— Quer casar comigo?! — ele dispara deixando todos atônitos e causando uma explosão de gargalhadas!
— Eu sou um partidão, não sou? Pena que você é muito novinho pra mim!
— Agora eu entendi! Entendi tudo! —era minha vez de retrucar.
— O que foi amiga?
— Estou solteira há dois anos e nada, ela está solteira a cinco minutos e já recebeu uma proposta de casamento!
— Vai vendo aí amiga... Vai vendo!
E as gargalhadas só aumentaram!
...
30/07/2010
Da série: Ainda tenho muito que aprender
Duas amigas conversavam:
— Eu não acredito que ele me deu um bolo!
— Ele te deu um bolo? Quando amiga?
— Ontem! Aquele filha da p#$%! Não podia ter feito isso comigo!
— Mas ele simplesmente não foi?!
— É.
— Ai, esses homens... Porque será que ele fez isso?
—Ah!... Eu tinha dado um bolo nele na quarta e na quinta, agora ele me deu o troco!
— Peraí!! — a informação cai como uma freada brusca de carro — Você deu dois bolos nele?!
— Sim! — ela ri.
— Mas amiga... Porque?! — eu indago.
— Por esporte. — ela dispara!
— Cara... (respiro)... Eu ainda tenho muito que aprender! — Choquei.
27/07/2010
Em outras pistas!
Tantos dias sem postar! Perdoem-me.
Eu andei sem inspiração. Tinha pautas e idéias na cabeça, mas estava difícil colocá-las no papel. Uma delas, por exemplo, se tratava da diferença entre as metas e estilo de vida das pessoas no interior e na capital. Já havia comentado o assunto entre amigos e escrito alguma coisa por aqui, mas essa fórmula teórica não estava funcionando.
Faltava um gancho para escrever este texto, faltava uma prova, precisava de mais do que opiniões externas, precisava ver na prática, me faltava a experiência. Isso... Experiência!
Agora não falta mais.
No último fim de semana, eu e minha parceira de baladas rumamos para a capital para “bordejar” pela noite carioca em busca de boas companhias, boa música, gente bonita, e de algumas respostas. Tudo pela ciência, eu juro!
E nada como mudar de ares para enxergar as coisas com mais clareza. Agora posso até afirmar, há mais solteiros balzaquianos aparentemente disponíveis na capital do que no interior sim! (questão essa de extrema importância para a sociedade, eu sei)
Não é uma questão de maior população ou de turistas que vem a cidade. A questão é o que essas pessoas colocam em primeiro lugar na vida, como carreira, estudos e só então o casamento, enquanto no interior essas três coisas andam meio juntas. Ou simplesmente, seja realmente difícil largar a vida de solteiro numa cidade com tanta coisa para fazer! Enquanto por aqui, enjoamos das mesmas pessoas e das mesmas boates. (How sad is that?!)
Outro fato interessante. Não há somente homens na casa dos 30 dando sopa por lá. Em alguns ambientes as idades se misturam, e você encontra homens acima dos 40 anos e até bem mais do que isso!... Calma! Eles não fazem o meu tipo! Mas pense nas solteiras do interior que estão nessa faixa etária. O que é oferecido a elas em termos de diversão por aqui? Infelizmente nada. Enquanto isso, os “senhores” e “senhorinhas” estão botando pra quebrar na capital, eu vi.
É verdade também que a concorrência é igualmente maior. O que torna os homens um pouco cheios de si e algumas vezes eles olham, olham e vão embora fazer outra de boba. Mas vale a experiência. Tem que levar na brincadeira e aproveitar, até porque é sabido que muito raramente se encontra o homem da sua vida numa balada (da série: verdades estranhas que toda solteira diz), no entanto, por se tratar do Rio de Janeiro, você pode esbarrar com ele na praia, no restaurante, no shopping, no museu, na sorveteria, no metrô, no hotel...
...
Onde fomos:
Sexta - Bar Bukowski - Botafogo
Ambiente: Parece uma festa privada, apertado, escuro e interessantemente curioso.
Música: Rock, POP anos 80 e 90. Alguma coisa mais recente, mas pouco.
Bebidas: Piñacolada e Hank aprovadíssimos!
Público: Entre 20 e 40 anos, bem descolados e descontraídos. Estilo de roupa, qualquer um!
Sábado - Boate Rio Scenarium – Rua do Lavradio, Lapa
Ambiente: Decoração retrô que vai do maravilhoso ao sinistro! Três andares bem espaçosos para bater-papo e dançar.
Música: Banda ao vivo com samba, marchinhas e forró, pista com DJ com lounge e Techno Brasileiras. (preferi a banda)
Bebidas: Não curti nenhuma. Uma pena. Mas a comida é ótima e barata!
Público: De 20 anos pra cima!
...
É preciso lembrar que todo esse ponto de observação partiu do belo dia em que resolvemos sair para uma balada na noite dos namorados. Com a certeza de que encontraríamos todos os solteiros da região que, na nossa cabeça, podiam estar “entocados” em casa. Fomos da ansiedade a frustração ao perceber que o lugar estava vazio. E chegamos todas juntas a mesma conclusão: “Não há homens solteiros nesta cidade. Todos os que vêm aqui regularmente estão, na verdade, “dando perdido” em suas namoradas. Mas hoje estão ocupados.” (E só se ouvia o barulho dos grilos cantando). Foi assim que tudo começou!
...
11/07/2010
Info
Já ia eu começar mais um texto dizendo que “quando chega uma certa idade...”, mas percebi que tenho sido repetitiva neste ponto, além de parecer que eu já tenho uns 50 anos! (No way!)
Deixe-me explicar novamente; minhas referências de vida como solteira são da época da adolescência, aquela época em que quando um garoto se aproximava, eu morria de vergonha e ao mesmo tempo me perguntava quem ele era, onde estudava e onde morava. Saber a idade não era preciso, éramos todos da mesma, ou com um ou dois anos de diferença.
Hoje não. Não passo mais pelo mesmo embaraço, sempre me questiono em relação a idade (nunca sei dizer se ele já passou dos 30 ou não) e ao invés de nomes de colégio eu quero saber sua profissão! E são muitos médicos, advogados, engenheiros, administradores... É interessante.
...
— E você, o que você faz?
— Eu? — Paro um pouco, nunca sei o que digo, se sou professora, se sou jornalista, se sou escritora... Aff, muito tempo em silêncio, vamos lá! — Eu sou professora, mas também sou jornalista e escritora, uma pessoa um pouco indefinida, mas um dia eu me resolvo.
Ele levanta as sobrancelhas, com ares de “ok” não precisava dar a ficha completa.
Eu, sem saber como continuar, dando a situação como perdida, dou uma bicada na água como se ela fosse super saborosa tentando ganhar tempo.
Há um silêncio... Até que...
— Dá aula de quê?
(uffaaaa... )
06/07/2010
Essa coisa de ficar...
Essa coisa de “ficar”, num determinado momento, já com certa idade, começa a “ficar” uma situação complicada, não?
Iniciamos nossa vida de "ficantes" lá pelos 12 ou 13 anos de idade (quando não mais cedo), e paramos aos...? Não paramos. A não ser que sejamos fiéis, mas isso já é outra história.
Isso quer dizer que ao longo da vida, ficamos com um, que fica com outra, e depois outra, que fica com outro, que ficamos também, que passa por outra, que fica com outro que ficamos faz tempo, e escolhemos outro que fica... Enfim...
Depois de muito “ficar”, o risco de você reencontrar aquele cara legal que você ficou há algum tempo e descobrir que ele também já ficou com umas três ou quatro amigas sua, mais uma prima, uma colega de faculdade, e outra amiga do trabalho entre outras conhecidas, é de quase 99%! (Testado e comprovado)
Horrível isso, não acha? (Eu acho!)
No entanto, uma pergunta ficou na minha cabeça... Dadas as circunstâncias, você ficaria com ele de novo? rs
...
04/07/2010
Unhas de gato
Essa “gata” que sempre vos escreve, anda arisca mesmo. Talvez pela quantidade de decepções que vem acumulando. Cheguei ao ponto de não ter mais paciência. Até para as coisas mais simples como dizer não. (Acho que fui boazinha por muitos anos da minha vida; agora chega; pronto falei.)
Mas também, pudera. O que vocês costumam dizer a um cara que “chega” em você, sem ser “convidado” e ainda insiste, mesmo que você arme aquela cara de “Ai meu Deus, lá vem...”?
Juro que sempre fui simpática na medida do possível. Inventava uma desculpa qualquer para eu ficar bem comigo e não traumatizar o rapaz. (Mas são todos marmanjos, eles vão sobreviver, não sei por que me preocupo!)
Então, cansei. A começar por “eu não olhei e nem sorri pra você” então se liga! E por favor, não venha me falar de coisas como se me conhecesse, como se toda mulher fosse realmente igual. Não me venha com psicologias de rua, aquela que todo mundo intitula como “coisas de mulher”!
Um exemplo? Ok.
Estou de salto muito alto e ele me incomoda por isso eu sento um pouco. Eis que o rapaz que nunca vi na minha vida puxa papo e lança a crítica “Porque vocês mulheres fazem isso?”. Vale dizer que antes de ele soltar a pérola eu até ria do que ele falava. Mas depois disso, meu tempo fechou. Perdi a vontade de olhar pra cara dele.
“Querido anônimo, não te falei na hora, mas falo agora. As mulheres fazem isso para ficarem lindas para elas e para quem elas querem que as vejam. Ao menos que você vá me oferecer uma massagem nos pés ou elogiar como vale a pena a dor; pois o sapato valoriza minhas pernas, não diga nada. Principalmente se estivermos numa balada divertida e se você não tiver um mínimo de intimidade comigo.”
...
Ok... Vão dizer que estou muito mal amada e que o cara não fez por mal, não premeditou obviamente (voltando a ser boazinha agora...). Mas a verdade é que ele foi a gota d’água no meu “pote de homens” que acham que sabem tudo sobre as mulheres e suas imperfeições.
Newsflash baby... Vocês não sabem de nada! E essa arrogância e prepotência masculina irritaaaaaaam!
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06/06/2010
Bad Romance
Precisamos combinar, precisamos de um acordo urgente!
Afinal, estamos aqui pelo mesmo motivo. A gente pode até disfarçar, dizer que viemos pelos amigos, bater papo, ouvir música, dançar, beber... Mas no final das contas, o que nós realmente queremos, são eles.
Então, se no meio da multidão escura e brilhosa um de vocês aparecer lindo, alto, sorridente e rodeado de pessoas interessantes e eu por acaso sorrir, não sorria de volta. “Please”, não corresponda, não dê a entender que... Enfim... Se você fizer isso, eu vou continuar sorrindo e ficar esperando até nada acontecer a não ser eu me frustrar e perder a minha noite!
E meu tempo é precioso, sabia disso?! (You’ve been a very bad boy...)
Eu não tenho esse “feeling”, essa dádiva que algumas pessoas têm de, até de longe, conseguir identificar quem é o quê. Então, por favor, me dê um toque, elogie ou critique meu sapato (que seja!), me fale da Gaga, vamos criar um código, sei lá! Façamos o que for preciso para eu me “ligar” e seguir em frente, quem sabe até com você ao meu lado, me ajudando a não cair no conto do vigário novamente.
Acho que traumatizei, também depois de tantos episódios... Peguei a “nóia” do “Será que ele é?!”
Talvez precise de umas aulas... É, é isso, vou fazer umas aulas, depois conto aqui como me saí.
Mas, por hora, estamos combinados não estamos?
...
25/05/2010
É Gol!!
Foi uma observação fácil de fazer. Simplesmente comecei a contar até não conseguir mais. Era França, Portugal, Itália (ainda mais depois do campeonato), Estados Unidos, Nova Zelândia, África do Sul, Austrália, Brasil entre outros!
Do que eu estou falando? Das blusas e casacos que os homens estavam usando na última balada que eu fui! Todas estampadas com os nomes dos países ou emblemas e escudos das seleções. E não eram uniformes, eram blusas estilizadas; bem bacana!
Pois é, a Copa do Mundo está aí! Tudo respira futebol, até mesmo a moda!
E a balada fica com ares de "internacional" com tantos países circulando! Não é chique?! E os caras ficam, na minha opinião, bem modernos e descolados. Sem querer, a gente até se pergunta se um ou outro realmente não é do país que ele carrega no peito. (Isso é um perigo meninas, cuidado pra não nos iludirmos com as camisas viu!)
09/05/2010
Papo de Interior II - Dia das Mães
É batata! (gíria de interior tá).
Em véspera de dia das mães, bares e baladas nas cidades de interior ficam absurdamente lotadas de rostos que a gente não vê faz tempo, e de gente interessante que gostaríamos de conhecer!
O motivo é simples!
Todo aquele povo que mora longe da família (na cidade grande, trabalhando, fazendo faculdade) migra de volta para sua terra natal para passar aquele almoço em família no domingo. Do contrário, obviamente, a mãe esperneia, faz pirraça, chora, ameaça, enfim... O filho não tem escolha, então, o melhor é aproveitar a viagem!
Domingo com as mães, sábado com os amigos!
As mães vibram (queridas demais), e a classe solteira vibra mais ainda (ah se as mães soubessem).
É por isso que eu digo, Viva o dia das Mães! (em todos os sentidos)
...
01/05/2010
Sex e Gatos










