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11/12/2010

O amor, um bloco e uma caneta

Quem é jornalista levanta a mão!

Agora quem é jornalista e tem problemas do “coração” levanta as duas mãos!

Não que eu não tenha muita coisa para fazer no meu dia-a-dia, mas assistindo a um filme despreocupadamente, percebi que a protagonista; uma mulher toda atolada em seus relacionamentos amorosos; tinha como profissão a mesma que a minha, a linda e honrosa profissão de jornalista.

Partindo daí, me lembrei de uma das mais famosas jornalistas dos seriados de TV, Carrie Bradshaw de Sex and The City, é claro. Com todas as suas dúvidas e aventuras expostas em suas colunas semanais. E Bridget Jones! Quem não se lembra dela?! Terá existido na ficção alguém tão ou mais complicada em assuntos amorosos do que ela? E qual era sua profissão mesmo? Bingo... Jornalista!

E não parei mais. Comecei a listar filmes e seriados, dentro dos gêneros comédia e romance, com o seguinte perfil de protagonista: a mulher que se enrola horrores em seus objetivos e geralmente percebe que todas as suas teorias eram furadas!

Reuni 12 títulos!! As profissões eram dentro ou ligadas ao jornalismo e a comunicação, como editoras de revista, produtoras de TV, articulistas, críticas de comida e livros, publicitárias!

E aí eu realmente comecei a me preocupar! (rsrs)

Será que a sétima arte e seus autores, acreditam que as mulheres dessa área têm tendência a se atrapalhar toda no quesito amor?

Jornalistas amigas, respondam! Eu, com todo esse blog, já respondi por mim!

Alguns exemplos:

Alguém como você ( 2001 ) – Jane Goodale é uma produtora de TV

O amor não tira férias ( 2006 ) – Amanda Woods é produtora de trailers enquanto Iris é jornalista em Londres.

De repente 30 (2004) - A linda Jenna Rink é editora da revista Poise.

Dizem por aí (2005) – Sarah é toda perdida na vida, ela é... Jornalista!

(E você, lembra de mais algum?)

*Obs.: Não leve tudo tão a sério, isso é uma brincadeira! E se quiser brincar fique a vontade, se não, fique também!

24/09/2010

Eu falo de romance II

Senti a necessidade de voltar para reforçar o que eu quis dizer em meu texto anterior, e ter certeza que passei a minha mensagem corretamente:

(Até porque acabei de ler um texto em outro blog sobre o mesmo assunto e pirei!)

Comparar sua própria vida aos romances e outros filmes afins é um tanto sem cabimento! Você compara sua vida ao Avatar? A Crepúsculo? Que tal Aliens? Não, certo?!

No entanto, que mal há em desejar o que está na telona? Cada um deseja para sua vida o que achar melhor! Desde que tenha em mente que filmes, são filmes. (E aí entra a parte do sofrimento que eu me referi)

E gostar do gênero comédia romântica, não é um crime! Não faz de você uma pessoa inferior, ou burra!

Eu gosto! Eu assisto comédias românticas para meu puro entretenimento! E punto e basta!

...

22/09/2010

Eu falo de romance

Ok, geralmente é assim:

“Ela sempre espera por esse momento, mas nunca acredita que vai acontecer. Ele na maioria das vezes é confiante e bonito demais para ser desastrado e topar com ela no meio da rua, mas é assim que eles se conhecem. E aí tem um café, ou uma taça de champanhe num bom restaurante, adicionado a boas risadas, coincidências, muita conversa, sorrisos e pronto... Eles se entendem e se apaixonam. Claro que sempre há impedimentos para atrapalhar, dois amigos conselheiros (um para cada lado) para ajudar, uma linda trilha sonora, beijos, olhares e cenas de tirar o fôlego.”

Obviamente o que eu narro acima é uma possível sinopse de um filme estilo “água com açúcar”. As películas desse gênero não têm sido muito criativas ultimamente e, por esse e outros motivos, têm sido alvo de muitas críticas mundo afora. Coisa que nem sempre eu concordo.

Filmes de romance ou comédias românticas são clichês, eu sei. Por várias vezes a mesma atriz faz o mesmo estilo de papel, só mudando o nome, a cor do cabelo e a cidade. (Mesmo assim têm algumas que eu não me canso) Sei também que a fórmula de final feliz parece não estar agradando a todo o público. Pelo menos são críticas assim que eu tenho lido em minhas zapeadas pela internet.

E isso me fez levantar a questão: O que está acontecendo? Será que a sociedade perdeu a paciência com o romantismo? Será que as muitas desilusões e problemas afetivos estão deixando as pessoas com um coração de pedra?! (Do tipo: se eu não tenho esse amor, ninguém mais pode ter?!)

(Obs.: Se está se sentindo enganada pela sétima arte... Atenção, aquilo... É ficção!)

Eis o que eu penso.

Não há que se criticar o gênero. Existem filmes bons e ruins, sim. Mas na qualidade, no roteiro e na interpretação. No entanto, filme água com açúcar, sempre será água com açúcar. É bom assisti-los estando preparado para invejar (branca) a “mocinha”, suspirar pelo “mocinho” (ou ao contrário), chorar, rir, desejar... Enfim, sentir o que de melhor, a linha de bons filmes do gênero, nos apresenta.

Agora, se o lance for de ressentimento, inveja ruim, agonia, ansiedade ao assistir o filme... Se te faz sofrer... É fácil! Não assista! Melhor deixá-lo pra lá e procurar outra coisa para fazer. Para que ficar se remoendo?

E quanto às críticas, a não ser que elas sejam técnicas, o que entendo perfeitamente, pense que uma estória pode não servir para você, mas pode servir para outra pessoa, e servir muito. (Assim como os relacionamentos, sabe...)

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. (Embora a gente reze pra que não seja!)

#ouvindo Alicia Keys - músicas do CD As I Am.

03/06/2010

SATC 2

O negócio é o seguinte. Sei que prometi escrever uma crítica sobre Sex and the City 2, mas está muito difícil. SATC é uma coisa muito pessoal. Tem gente que vai amar, gostar, achar sem graça ou odiar. Eu mesma já mudei de opinião sobre o filme várias vezes em uma semana.

Por isso, vou apenas me ater aos fatos brevemente e deixar que você assista e tire suas conclusões. (Mas adianto que o primeiro filme foi, com certeza, muito melhor!)

A seqüência traz como tema a questão das diferenças. As personagens, menos Carrie, estão um pouco mudadas, e o fato de elas irem parar em Abu Dhabi faz com que a diferença entre culturas seja colocada em discussão. (O que é um beijo na boca para você?).

Samantha está na menopausa, e suas ondas de calor matam a gente de rir. Charlotte está frustrada coitada, dá pena, mas a gente ainda a adora. E Miranda, bem... Pra mim o filme é dela. Ela mudou pra melhor e está linda demais e muito divertida.

Carrie me decepcionou um pouco, não escreve quase nada o filme todo, seu livro dá sinais de fracasso e ela põe o casamento em risco mais uma vez. Eu achei que a essa altura do campeonato minha diva já teria aprendido algumas lições, mas ela me pareceu meio “adolescente” e inexperiente na nova trama. Mas eu ainda a adoro, fazer o que!

(Tá vendo como se contrastam as opiniões?)

No mais, achei que o filme peca quando se distancia da realidade (afinal o sucesso do seriado se fez pela aproximação com a vida real das mulheres, certo?) e a viagem para Abu Dhabi começa como um sonho realizado, mas termina como um filme de comédia qualquer, um pouco clichê. (pronto falei).

Pra mim a cena que mais me faz recordar o Sex and the City tradicional é o casamento gay! Ponto alto do filme com a presença incrível de Liza Minnelli; tem que ver!

Para encerrar: As roupas estão exageradamente estranhas, mas ainda tem alguns figurinos de babar (sapatos principalmente!). E os homens (os maridos) aparecem pouco, poderiam ter mais presença no filme.

Acho que é só! Mas não se enganem, eu veria o filme de novo, tranquilamente.

...

Ainda sobre tudo isso...

Nesta brincadeira de dizer que somos ou não parecidas com tais personagens, perguntei a uma amiga se quando ela assistia ao seriado com suas inseparáveis, se também faziam isso e com qual personagem ela se identificava.

A resposta foi positiva, mas veio logo com uma ressalva do tipo “na época eu era uma, hoje sou mais parecida com esta”.

E isso me fez pensar que nossas características mudam mesmo com o tempo. (Assim como as personagens do filme mudaram) Hoje eu quero uma coisa para minha vida, amanhã posso querer outra. Como dizem por aí, nada está gravado em pedra.

E essa é a última vez que me refiro a SATC por um bom tempo neste blog, senão vocês vão enjoar!

07/05/2010

Nós quatro!

OK!... Talvez haja sim um pouco de “Carrie Bradshaw” em mim.

Não! Não sou nem um pouquinho fashion. Na verdade sou uma negação quando o assunto é moda. Eu me esforço muito pra me manter atualizada. O foco é outro.

Lendo uma reportagem numa revista, percebi que eu tenho mais uma semelhança com a personagem do seriado, que não o gosto pela escrita ou o fato das iniciais do nosso nome ser as mesmas.

É que, assim como “Carrie”, eu também tenho a minha “Miranda”, que me ouve, levanta meu astral, me dá umas broncas bem dadas quando eu preciso, me inspira, me deixa doida de vez em quando, mas no fundo, me motiva!

Tenho também a minha “Samantha”, que mesmo me deixando louca com a sua vida mais do que agitada, eu tenho um carinho imenso, inexplicável. Sempre temos sobre o que conversar, gostamos de muita coisa em comum e outras totalmente diferentes, mas não importa, ela é tão inteligente e esperta que ela consegue nos convencer!

E tenho a minha “Charlotte”, que por mais que me faça rir horrores com seu jeito divertido, sempre conseguimos conversar sério. Muito romântica, ela me faz acreditar que coisas boas existem, e me equilibra, perto das outras duas figuras!

Essas são minhas amigas.

Sempre achei que ter amigas assim era uma coisa normal. Mas ultimamente tenho reparado que não é comum amigas se darem tanta atenção, respeito e apoio, em meio a uma sociedade acelerada como a nossa. E é preciso enfatizar que nenhuma delas está à toa na vida!

E digo mais! Minhas “Sex and the City” estão comigo a mais de 10 anos! As quatro juntas!

Isso sim, não é tão comum.

Claro que tem momentos em que o caldo entorna. Não vivemos só de alegria. Mas fico sempre feliz por conseguirmos superar tudo e fazer prevalecer a amizade que construímos. (Obrigada meu Deus, que o Senhor nos conserve e guarde, Amém!)

Concordam comigo que tenho mais essa semelhança com nossa querida “Carrie”? Só me falta agora um bonitão “Mr. Big”, ou de preferência um “Aidan”... Mas aí já é outra estória!

...

As outras amigas, que não as quatro citadas, e amigos, por favor, nada de ciúme viu! No seriado da minha vida, tem personagem pra todos!

01/05/2010

Sex e Gatos

Não resisti! A série e o filme "Sex and the City" tem a cara do Gatos na Cama! E como não podia ser mais especial, a sequência estréia um dia depois do meu aniversário de 28 anos! É pra comemorar! Posto pra vocês o trailer depois! Por enquanto, fiquem com esse cartaz que é um espetáculo, não?!

28/03/2010

Mulheres

Antes que o mês de março acabasse me propus a escrever um texto que falasse sobre as mulheres. Pensei em várias coisas que poderia dizer aqui. Falar sobre mim, sobre as mulheres que estão a minha volta, das que admiro, das que pouco gosto.
Podia falar também das mulheres que cercam minha vida e influenciam minha maneira de pensar e agir. Grandes mulheres das quais tenho tido muito interesse em estudá-las, como Coco Chanel, Carmem Miranda, Brigitte Bardot, rainhas da Inglaterra, entre outras.
E então, vasculhando esse mundo de mulheres modernas, me lembrei de uma personagem que mexe comigo e que pra mim, caracteriza em si tudo que uma mulher pode ser.

Estou falando de Rachel Green, a célebre personagem do programa FRIENDS, programa este que assisto quantas vezes for preciso, por puro gosto. Apesar de ser ficção, é possível encontrar muitas Rachels por aí. E explico por que. Rachel Green tinha em suas mãos tudo que uma mulher sempre sonha em ter. Uma vida de princesa, mimada, com cartões de crédito a sua disposição, um casamento grandioso marcado com um noivo tão bem sucedido quanto o pai. Mas Rachel, assim como muitas mulheres, não está feliz com a vida que escolheu, ou melhor, não está feliz com a vida que escolheram para ela e decide que é hora de mudar, de tomar o controle de seu próprio caminho.

E assim ela o faz. Rachel larga o noivo no altar, e sai em busca de sua felicidade não importando o que aconteça, e isso inclui um belo “bye-bye” aos cartões de crédito!

A sorte de Rachel é encontrar um raro grupo de amigos. Que se apóia, se ajuda e não deixa a peteca cair, se tornando sua nova família.

Ao longo de 10 temporadas, Rachel Green se descobre, conquista seu lugar no mercado de trabalho, entende o que é o verdadeiro amor, aprende a dar valor a coisas que realmente importam e por fim, passa pela linda e árdua experiência de ser mãe.

O pacote completo na vida de uma mulher, não acham?

Pois bem... Bonita, sensível, engraçada, brava nos momentos certos, esperta quando se menos espera e na maioria das vezes um pouco bobinha, Rachel personifica o tipo de mulher que conquista qualquer um. Mas ora se ela não tem exatamente os traços de qualquer outra mulher?!

Para mim, Rachel Green é uma mulher de medo e coragem. Uma mulher que soube sair de sua zona de conforto e pular para o mundo real, onde nada é fácil, mas que no final vale a pena.

Acredito que a mulher de hoje tente pensar da mesma forma que Rachel em relação a sua vida amorosa, profissional ou familiar. E não importa se você escolher ser a melhor executiva da sua empresa ou decidir que vai ficar em casa sendo a melhor mãe do mundo. O que importa de verdade é o quanto você está feliz com as decisões que você tomou, com o caminho que você escolheu.

Eu sei que parece demagogia, que na prática é muito mais difícil do que na teoria, que sozinho ninguém chega a lugar nenhum e que esse assunto renderia muito mais conversa que um simples texto de blog, porém preciso finalizar reforçando o fato de que antes as mulheres não tinham escolha. Hoje, nós temos várias. Basta escolher a felicidade.

...

"Rachel Green, interpretada pela atriz Jennifer Aniston, é uma personagem do seriado americano Friends que foi produzido entre 1994 e 2004 e que mesmo hoje suas reprises prendem a audiência."

18/03/2010

Era uma vez...

Assisti num canal de TV por assinatura um documentário sobre a influência dos contos de fadas na vida das mulheres. É bem verdade que, desde pequenos, aprendemos que meninas são princesas, e meninos são príncipes. Assim como é bem verdade que isso não é verdade.

De acordo com o tal documentário, somos influenciadas de uma forma sutil, porém evidente. Por anos de nossas vidas ouvimos histórias com o mesmo enredo: que um dia o príncipe virá num cavalo branco, salvar a princesa do perigo e da monotonia, e ele será lindo, perfeito e cheio de qualidades.

Agora me diga quantas mulheres você conhece que tiveram a sorte de ter um príncipe em suas vidas? Poucas, ou quase nenhuma.

Eu particularmente ficaria com a pulga atrás da orelha se encontrasse em um homem todo um pacote de “perfeição”!

Falo sério... Nunca acreditei em príncipes. O que não quer dizer que nunca tenha esperado pelo meu.

Mas voltando ao documentário. Além dos contos de fadas, o debate ainda incluiu os romances de hoje, as comédias românticas e os seriados de televisão. E criticou duramente o papel da mulher que espera que o homem seja a principal chave para a resolução de seus problemas. Como se as dificuldades pudessem sumir com o primeiro beijo do amado! E como se as mulheres não tivessem força o suficiente para se virarem por conta própria. (Rapunzel poderia ter amarrado a ponta de suas tranças e feito rapel torre abaixo! Sozinha!)

Sei que um pouco de fantasia não faz mal a ninguém, mas temos que abrir os olhos de vez em quando, pra não nos machucarmos. E não confundir ficção com realidade.

Meu pai bem que tentou, porém me explicou errado.

Quando eu era pequena e ficava com medo das bruxas, dos desordeiros e intrigueiros, meu pai sentava comigo e dizia que aquilo não existia no mundo real, que era só coisa de filme. E eu acreditava na linda frase “E viveram felizes para sempre”.

Pobre do meu pai... Pobre de mim... Ele podia ter me dito que os príncipes é que não existiam.

Porque maldade e inveja existe sim. E também que existe divórcio, separação, traição, fofoca, intriga, bruxas! (Sai de mim!!)

Nosso mundo atual está carente de finais felizes não acham?!

Ainda bem que a geração de hoje tem filmes mais realistas... Vejamos Shrek por exemplo... rs

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“Onde está meu príncipe encantado” – dirigido e escrito por Erin Brown que diz “Nos filmes, o príncipe encantado sempre chega no aeroporto e diz ‘eu te amo’ no último minuto. Mas na vida real, somos sortudas se eles ao menos aparecem por lá”.

27/02/2010

Plim Plim

“Inteligente é o homem que assiste a novelas. Se atento for, em apenas um capítulo ele consegue desvendar boa parte dos segredos do universo feminino. Com uma novela inteira, ele é capaz de fazer feliz não só a sua, mas quantas mulheres ele quiser que passe por sua vida.

Pena que a minoria que tenta vira noveleiro e perde o foco.”

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24/02/2010

Quando um homem chora

Ainda sob a influência do meu último post e das últimas cenas da novela Viver a Vida, resolvi levantar uma questão. Quando vemos uma mulher chorando, nos comovemos, ficamos tristes junto, choramos junto... Ou podemos achar que é drama, que é cena, TPM, enfim... Uma mulher chorar é comum, é da nossa sensibilidade, da nossa forma de externar os sentimentos. A minha pergunta então é: "O que você sente quando vê um homem chorando?" Aguardo as respostas de vocês.

Um Fim

Tem mais ou menos uma hora que tento iniciar este texto e definir o que eu realmente quero dizer sobre esse assunto. Mas, assim como o próprio tema, é muito difícil. Eu só queria dizer que eu sinto muito por ter te feito sofrer, por ter te feito chorar, por ter trazido tristeza pra sua vida. Eu achava que minhas palavras eram certas, mas não sabia que elas eram frias. Nunca achei que poderia te ferir tanto. Não sei se já pedi perdão, mas preciso pedir. Tenho certeza que já andei pagando por esses pecados, justamente. Mas é sempre bom pedir novamente. Eu sinto muito e não desejo isso nunca mais pra você. Nunca, nunca mesmo. Lembra-se de quando te falei que não conseguia chorar mais? Que a tristeza batia, mas as lágrimas não caíam? Pois agora, assistindo de longe, relembrando e entendendo... Agora elas caem. E eu acho que finalmente eu consigo entender o amor que você tinha por mim. Foi tudo necessário para que eu aprendesse. E não você, como eu achei por tanto tempo. Obrigada, me desculpe e mais uma vez, obrigada meu bem.

“A arte imita a vida, e a vida imita a arte.”

30/01/2010

O livro do amor

O livro do amor é longo e chato Ninguém consegue levantá-lo É cheio de gráficos, fatos e figuras E instruções de dança Mas eu... Eu amo quando você lê pra mim E você... Você pode ler qualquer coisa pra mim. O livro do amor tem música dentro Na verdade, é de lá que a música vem Algumas são transcendentais Outras realmente bobas Mas eu... Eu amo quando você canta pra mim E você... Você pode cantar qualquer coisa pra mim O livro do amor é longo e chato E foi escrito há muito, muito tempo É cheio de flores e caixas em formato de coração E de coisas que somos todos muito jovens pra saber Mas eu... Eu amo quando você me dá coisas E você.... Você deve me dar alianças de casamento. ...

07/09/2009

Existe um caminho?

"Tenho vivido com uma sombra sobre minha cabeça Tenho dormido com uma nuvem sobre minha cama Estou sozinha a tanto tempo Presa no passado, não consigo andar pra frente Tenho escondido todas as minhas esperanças e sonhos longe Para caso eu precise deles de novo um dia Tenho separado um tempo a parte Pra clarear os cantinhos da minha mente Tudo o que eu quero fazer, é achar um caminho de volta para o amor Não vou conseguir continuar, sem um caminho de volta para o amor Tenho observado, mas as estrelas se recusam a brilhar Tenho procurado, mas os sinais eu não consigo enxergar Eu sei que está lá Tem alguma coisa para minha alma em algum lugar Tenho procurado por alguém que me illumine E não alguém que me faça passar a noite Eu podia ter alguma direção E eu estou aberta para a sua sugestão."
Trecho da música "Way back into love", parte da trilha do filme Música e Letra.
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