27/04/2010

Solteiras em fases

A fase da fossa

A fase da pista

A fase do “não acredito mais no amor”

A fase do “quero me apaixonar”

A fase da falta de sexo

A fase do “é só sexo”

A fase do to pegando geral

A fase do “ninguém me quer”

A fase da balada de terça a domingo

A fase do “cansei dessa vida”

A fase do “eu me amo”

A fase do “tem alguma coisa errada comigo”

A fase do “quero ir embora daqui”

A fase do “só vou se ele me levar”

A fase do “melhor investir no trabalho”

A fase do “quando é o próximo feriado?”

A fase da amiga que tem um amigo

A fase do amigo que vira colorido

A fase do “será que esse é o cara?”

A fase do “quebrei a cara”

A fase da fila que anda. “Next, please”

A fase da fila que volta, “putz, fiz merda”

A fase do “agora já era”

A fase do ciúme e inveja

A fase do “não quero ver nenhum homem na minha frente”

A fase do “preciso de um homem urgente!”

A fase do “então tá decidido”

A fase do “retiro tudo o que foi dito”

...

Obs.: A ordem das fases, não altera o resultado.

20/04/2010

Apaixone-se

"Estar apaixonado por si mesmo pode ser tão gratificante quanto se apaixonar por outro alguém. Apaixone-se pelo que faz, pelas atitudes que toma, pelo que se conquista, pelo que se aprende, pelo momento que vive, pelo carinho que recebe dos que te gostam, pelo que se é. Estar apaixonado por si mesmo é descobrir que a felicidade é possível, e que ela não depende de um outro alguém para acontecer."

15/04/2010

A origem

Numa sala de jardim de infância, observo meus pequenos se divertirem, fazerem a maior bagunça, chorarem, brigarem, se desentenderem, se abraçarem, dividirem...

Acho que descobri a fonte, o início de como os relacionamentos são formados.

Não sei como não havia entendido isso antes. É na escola, lá no maternal.

Quando descobrimos que os meninos são diferentes das meninas. Que eles têm coisas que elas não têm, e vice-versa. Não só fisicamente, mas as atitudes, tudo é diferente.

E é a partir daí que os meninos se juntam pela primeira vez e decidem que não querem brincar com elas porque elas são meninas.

E então as meninas se unem para se defender porque os meninos são barulhentos e querem puxar os cabelos delas.

As vezes as coisas até se misturam, e as meninas jogam bola enquanto os meninos fazem quietinhos o dever, mas meninos são meninos, e vestem azul e brincam de “Ben 10”, enquanto as meninas usam rosa e carregam em suas bolsas embalagens com gloss coloridos.

Felizmente, chega um momento em que diferenças viram interesses. E é lá no jardim de infância que o menino, pela primeira vez, olha para a menina com um olhar que se percebe de longe. O olhar do carinho, da afeição, do querer bem.

Eu nunca tinha visto isso acontecer. Mas de repente:

Honey, o que você está desenhando?

A Maria!

Nossa, mas a Maria está muito linda nesse desenho!

Ela é uma princesa tia!

É mesmo?

É, e eu sou o príncipe! Você não sabia tia?!

Não... Eu não sabia.

05/04/2010

Solteiras não gostam:

1 - de fotos duplas no perfil do Orkut, MSN, Facebook e etc.

2 – de declarações de amor “meladas” na TV (se for ao vivo pior ainda);

3 – de levar bolo de paquera;

4 – de levar bolo de outra solteira (acaba com os planos pra balada, um saco!);

5 – de esmalte que sai antes da hora;

6 - de sumiço de amiga “ex-solteira”;

7 – de receber mais de um convite de casamento no mesmo mês (dá aquela agonia do tipo: por que está todo mundo casando?);

8 – de cara gato que não dá bola;

9 – de paquera preguiçoso;

10 – de paquera desprevenido (em todos os sentidos);

11 – de paquera que mora longe (tem o lado bom e ruim né);

12 – de piadinhas íntimas quando não há intimidade (bola fora!);

13 – de olhar em volta numa balada e só ver casais formados (tipo: sobrei);

14 – de maquiagem que não dá certo (ódio!);

15 – de amiga “bem casada” que insiste em perguntar “E você, não vai arrumar um namorado não?” (compra pra mim um da próxima vez que você for ao supermercado amiga!!!);

16 – de ginecologista insensível que faz questão de lembrar que você não está ficando mais jovem e que sua hora pra engravidar é agora (tic-tac-tic-tac... Vai pra p#*%#... !!!);

17 – de paquera que não decide se quer você ou a amiga do seu lado;

18 – de paquera que dá mole a balada toda, mas não chega;

19 – de “amiga” que diz que não vai pegar o seu paquera, mas pega;

20 – de pai e mãe que insistem em ter netos (em complô com a gineco, claro);

To esquecendo de alguma coisa?

...

01/04/2010

1º de abril

Algum tempo fora do mercado pode deixar a gente um tanto bobinha em relação aos homens e as expectativas que podemos ter com eles. Não entendemos os sinais, caímos nas conversas, ficamos tão empolgadas que alguém veio nos dar atenção que nos esquecemos de ir com calma, de prestar atenção.

Talvez seja culpa da carência, ela cega qualquer solteira de vez em quando.

E aí o que acontece? Caímos nos braços de figuras ou belas furadas!

A gente acha que está indo tudo bem quando de repente o cara muda da água pro vinho, deixando a gente perdida! E eles só faltam dizer “Quem caiu, caiu, hoje é primeiro de abril!”.

Parece engraçado não é?! Se levarmos na esportiva pode até ser mesmo. Mas tem horas que não dá. Até porque você está contando com aquela pessoa para alguma coisa e isso, ele não está a fim de fazer. Exemplo? Cito vários.

Pode ser um cara que você conheceu e foi perfeito durante uma semana e na segunda semana ele começa a inventar todas as justificativas mais idiotas pra não te encontrar ou te prender, do tipo “vai na frente que eu vou depois” e você fica esperando e ele nunca vem.

Ou pode ser um cara super legal do bate-papo na internet que tem uma conversa super interessante e acaba te convencendo a encontrar com ele, e quando isso acontece, toda a inteligência dele some e o que você vê é só um cara que quer te... Enfim...

Até aquele cara que tem uma incrível fisionomia de bom moço que você olha pra ele e pensa “este eu posso confiar”, quando você menos espera, ele te dá as costas e fica com outra no mesmo lugar em que vocês estão!!

“Pegadinha do malandro?!”

Literalmente!

Mas a gente aprende, fiquem espertas meninas!

...

28/03/2010

Mulheres

Antes que o mês de março acabasse me propus a escrever um texto que falasse sobre as mulheres. Pensei em várias coisas que poderia dizer aqui. Falar sobre mim, sobre as mulheres que estão a minha volta, das que admiro, das que pouco gosto.
Podia falar também das mulheres que cercam minha vida e influenciam minha maneira de pensar e agir. Grandes mulheres das quais tenho tido muito interesse em estudá-las, como Coco Chanel, Carmem Miranda, Brigitte Bardot, rainhas da Inglaterra, entre outras.
E então, vasculhando esse mundo de mulheres modernas, me lembrei de uma personagem que mexe comigo e que pra mim, caracteriza em si tudo que uma mulher pode ser.

Estou falando de Rachel Green, a célebre personagem do programa FRIENDS, programa este que assisto quantas vezes for preciso, por puro gosto. Apesar de ser ficção, é possível encontrar muitas Rachels por aí. E explico por que. Rachel Green tinha em suas mãos tudo que uma mulher sempre sonha em ter. Uma vida de princesa, mimada, com cartões de crédito a sua disposição, um casamento grandioso marcado com um noivo tão bem sucedido quanto o pai. Mas Rachel, assim como muitas mulheres, não está feliz com a vida que escolheu, ou melhor, não está feliz com a vida que escolheram para ela e decide que é hora de mudar, de tomar o controle de seu próprio caminho.

E assim ela o faz. Rachel larga o noivo no altar, e sai em busca de sua felicidade não importando o que aconteça, e isso inclui um belo “bye-bye” aos cartões de crédito!

A sorte de Rachel é encontrar um raro grupo de amigos. Que se apóia, se ajuda e não deixa a peteca cair, se tornando sua nova família.

Ao longo de 10 temporadas, Rachel Green se descobre, conquista seu lugar no mercado de trabalho, entende o que é o verdadeiro amor, aprende a dar valor a coisas que realmente importam e por fim, passa pela linda e árdua experiência de ser mãe.

O pacote completo na vida de uma mulher, não acham?

Pois bem... Bonita, sensível, engraçada, brava nos momentos certos, esperta quando se menos espera e na maioria das vezes um pouco bobinha, Rachel personifica o tipo de mulher que conquista qualquer um. Mas ora se ela não tem exatamente os traços de qualquer outra mulher?!

Para mim, Rachel Green é uma mulher de medo e coragem. Uma mulher que soube sair de sua zona de conforto e pular para o mundo real, onde nada é fácil, mas que no final vale a pena.

Acredito que a mulher de hoje tente pensar da mesma forma que Rachel em relação a sua vida amorosa, profissional ou familiar. E não importa se você escolher ser a melhor executiva da sua empresa ou decidir que vai ficar em casa sendo a melhor mãe do mundo. O que importa de verdade é o quanto você está feliz com as decisões que você tomou, com o caminho que você escolheu.

Eu sei que parece demagogia, que na prática é muito mais difícil do que na teoria, que sozinho ninguém chega a lugar nenhum e que esse assunto renderia muito mais conversa que um simples texto de blog, porém preciso finalizar reforçando o fato de que antes as mulheres não tinham escolha. Hoje, nós temos várias. Basta escolher a felicidade.

...

"Rachel Green, interpretada pela atriz Jennifer Aniston, é uma personagem do seriado americano Friends que foi produzido entre 1994 e 2004 e que mesmo hoje suas reprises prendem a audiência."

Respeite a propriedade intelectual. Ao reproduzir os textos não se esqueça dos créditos! Obrigado!